{"product_id":"filosofia-do-dinheiro-georg-simmel-1","title":"Filosofia do Dinheiro, Georg Simmel","description":"\u003ch1\u003eFilosofia do Dinheiro, Georg Simmel\u003c\/h1\u003e\n\u003ch2\u003e1. Informações Gerais (Editorial)\u003c\/h2\u003e\n\u003ch3\u003eTítulo original da obra:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003ePhilosophie des Geldes\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003eTítulo corrente em português:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eFilosofia do Dinheiro\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003eAutor:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eGeorg Simmel\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003ePaís de origem:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eAlemanha.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra foi escrita no contexto da rápida modernização europeia, marcada pelo crescimento das grandes cidades, da economia monetária, do capitalismo e das relações sociais cada vez mais impessoais.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003eGênero:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eFilosofia social; sociologia econômica; filosofia da cultura; teoria do valor; crítica da modernidade.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003ePeríodo de composição:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003ePublicada originalmente em 1900. Uma segunda edição, revista e ampliada, apareceu em 1907. A obra nasceu de reflexões que Simmel já desenvolvia durante a década de 1890.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003eIdioma original:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eAlemão.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003eEstrutura:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO livro é organizado em seis capítulos: \u003cstrong\u003eO valor e o dinheiro; O valor substancial do dinheiro; O dinheiro na sequência dos fins; A liberdade individual; O equivalente monetário dos valores pessoais; e O estilo de vida\u003c\/strong\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA primeira parte examina a origem do valor, a troca e a natureza do dinheiro. A segunda analisa os efeitos da economia monetária sobre a liberdade, a personalidade, as relações humanas e a cultura moderna.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003eLugar canônico na tradição:\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eFilosofia do Dinheiro\u003c\/em\u003e é uma das obras fundamentais da sociologia econômica e da filosofia da modernidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSimmel demonstra que o dinheiro não é apenas um instrumento econômico: ele transforma a maneira como os indivíduos avaliam objetos, organizam seus desejos, constroem relações e experimentam a liberdade. A obra influenciou profundamente os estudos sobre capitalismo, consumo, cultura urbana e vida moderna.\u003c\/p\u003e\n\u003ch2\u003e2. Informações de Contexto, Conteúdo e Forma da Obra (MKT)\u003c\/h2\u003e\n\u003ch3\u003eSinopse\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO dinheiro serve apenas para comprar coisas ou modifica também nossa maneira de pensar, sentir e viver?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eFilosofia do Dinheiro\u003c\/em\u003e, Georg Simmel investiga como a economia monetária transforma as relações humanas e a experiência moderna.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o autor, o valor de um objeto não está simplesmente dentro dele. Ele surge da relação entre o desejo humano, a dificuldade de obtenção e o sacrifício necessário para adquiri-lo. O dinheiro permite comparar bens muito diferentes e convertê-los em uma medida comum.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEssa capacidade amplia enormemente as possibilidades de troca e oferece maior liberdade ao indivíduo. Relações antes baseadas em dependência pessoal podem ser substituídas por acordos objetivos e impessoais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo mesmo tempo, o dinheiro tende a reduzir diferenças qualitativas a quantidades. Objetos, trabalhos e até relações pessoais podem passar a ser avaliados pelo preço, produzindo distanciamento, racionalização e perda de significado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSimmel apresenta, assim, o dinheiro como uma força ambivalente: ele liberta o indivíduo de antigas dependências, mas também pode tornar a vida mais calculista, abstrata e impessoal.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003eEixos temáticos centrais\u003c\/h3\u003e\n\u003ch4\u003eValor e desejo\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eO valor surge da distância entre o indivíduo e aquilo que deseja, bem como do esforço necessário para alcançar o objeto.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eA troca\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eToda troca envolve sacrifício. O indivíduo abre mão de algo para obter aquilo que considera mais valioso.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eA origem do dinheiro\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eO dinheiro surge como um meio universal de troca, capaz de representar e comparar valores muito diferentes.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eDinheiro e confiança\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eA moeda depende da confiança coletiva em sua aceitação e estabilidade. Seu funcionamento é, portanto, essencialmente social.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eQuantificação da vida\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eO dinheiro traduz diferenças qualitativas em medidas numéricas, tornando bens e serviços comparáveis.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eDinheiro como meio\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eOriginalmente criado como instrumento para alcançar outros objetivos, o dinheiro pode transformar-se em finalidade por si mesmo.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eA sequência dos fins\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eQuanto mais complexa a sociedade, maior a distância entre os desejos humanos e os meios utilizados para satisfazê-los.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eLiberdade individual\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eA economia monetária reduz certas dependências pessoais e permite que o indivíduo escolha entre maior número de relações, atividades e estilos de vida.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eRelações impessoais\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eAs relações econômicas passam a depender menos da personalidade dos participantes e mais de contratos, preços e funções objetivas.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eDivisão do trabalho\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eA especialização aumenta a interdependência social, ao mesmo tempo que distancia o trabalhador do produto final de sua atividade.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eO equivalente monetário\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eO dinheiro permite atribuir preço a objetos e serviços, mas pode empobrecer valores que não deveriam ser plenamente mensuráveis.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eValores pessoais\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eHonra, dignidade, afeto e liberdade resistem à completa transformação em equivalentes monetários.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eCultura objetiva\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eA modernidade produz uma enorme quantidade de conhecimentos, objetos e instituições que ultrapassam a capacidade individual de assimilação.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eCultura subjetiva\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eO desenvolvimento pessoal pode tornar-se menor diante do crescimento acelerado da cultura produzida pela sociedade.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eO estilo de vida moderno\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eA economia monetária favorece cálculo, precisão, velocidade, racionalidade e distanciamento emocional.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eA atitude blasé\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eA exposição constante a estímulos, preços e diferenças quantitativas pode produzir indiferença e perda de sensibilidade diante das coisas.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eA ambivalência do dinheiro\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eO dinheiro amplia a autonomia individual, mas também pode estimular alienação, impessoalidade e domínio dos valores quantitativos.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003ePalavras-chave\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eGeorg Simmel; Filosofia do Dinheiro; sociologia econômica; filosofia social; dinheiro; valor; troca; confiança; liberdade individual; cultura objetiva; cultura subjetiva; capitalismo; modernidade; quantificação; racionalização; vida urbana.\u003c\/p\u003e\n\u003ch2\u003e3. Outras Informações Relevantes e Curiosidades\u003c\/h2\u003e\n\u003cp\u003eGeorg Simmel nasceu em Berlim, em 1858, e foi um dos fundadores da sociologia alemã. Sua produção também abrangeu filosofia, história, arte, religião, moda e cultura urbana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eApesar de sua influência intelectual, Simmel enfrentou dificuldades para obter uma posição universitária permanente, em parte devido ao antissemitismo existente no ambiente acadêmico alemão.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra não é um manual de economia e tampouco se concentra apenas na origem ou nas funções técnicas da moeda. O dinheiro funciona como ponto de partida para uma interpretação abrangente da sociedade moderna.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSimmel analisa temas inesperados, como liberdade, casamento, prostituição, posição social das mulheres, avareza, desperdício, moda e transformação dos valores pessoais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma das grandes contribuições do livro é mostrar que liberdade e alienação podem crescer simultaneamente. O dinheiro amplia as escolhas individuais, mas também torna as relações mais abstratas e distantes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra atravessa as fronteiras entre filosofia e ciência social, característica que contribuiu para sua originalidade e também dificultou seu enquadramento acadêmico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAtualmente, \u003cem\u003eFilosofia do Dinheiro\u003c\/em\u003e permanece relevante para compreender consumo, financeirização, trabalho digital, precificação da vida cotidiana e relações mediadas por plataformas.\u003c\/p\u003e","brand":"Real Politik Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":45793527169214,"sku":"L003A-RP","price":97.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0683\/7836\/2046\/files\/a20b62aa-6de0-40ca-8696-cc25cffa7b2c_1f2714ec-36ac-47c3-b1e5-9becc6cc8bbd.webp?v=1784322266","url":"https:\/\/logoseditora.com\/products\/filosofia-do-dinheiro-georg-simmel-1","provider":"Editora Logos","version":"1.0","type":"link"}