{"product_id":"box-17-o-contrato-social-com-suplemento-literario","title":"BOX 17 : O Contrato Social - (Com Suplemento Literário)","description":"\u003cdiv class=\"markdown markdown-main-panel enable-luminous-fast-follows enable-updated-hr-color\" id=\"model-response-message-contentr_91a35975bca54cce\" dir=\"ltr\"\u003e\n\u003ch2\u003eO Contrato Social, Jean-Jacques Rousseau\u003c\/h2\u003e\n\u003ch3\u003e1. Informações Gerais (Editorial)\u003c\/h3\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eTítulo original da obra:\u003c\/b\u003e \u003ci\u003eDu contrat social ou Principes du droit politique\u003c\/i\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eTítulo corrente em português:\u003c\/b\u003e \u003ci\u003eO Contrato Social\u003c\/i\u003e (ou \u003ci\u003eDo Contrato Social\u003c\/i\u003e)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eAutor:\u003c\/b\u003e Jean-Jacques Rousseau\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003ePaís de origem:\u003c\/b\u003e Suíça \/ França (Rousseau era cidadão de Genebra, mas a obra foi publicada inicialmente em Amsterdã e gerou forte impacto no cenário intelectual e político francês)\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eGênero:\u003c\/b\u003e Filosofia política; teoria do Estado; direito constitucional; ensaio filosófico.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003ePeríodo de composição:\u003c\/b\u003e Publicado em 1766 (embora concebido e amadurecido ao longo da década de 1750 como parte de um projeto maior e inacabado intitulado \u003ci\u003eInstituições Políticas\u003c\/i\u003e).\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eIdioma original:\u003c\/b\u003e Francês.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eEstrutura:\u003c\/b\u003e A obra é dividida em quatro livros organicamente encadeados. O Livro I investiga a passagem do estado de natureza para o estado civil e as condições de legitimidade do pacto social. O Livro II aborda a soberania, suas características e o conceito de Vontade Geral, além da figura do Legislador. O Livro III analisa as diferentes formas de governo (democracia, aristocracia e monarquia) e os sinais de sua degeneração. O Livro IV examina os meios de consolidação do Estado, tomando como base instituições da República Romana, e conclui com uma discussão sobre a religião civil.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eLugar canônico na tradição:\u003c\/b\u003e \u003ci\u003eO Contrato Social\u003c\/i\u003e é um dos pilares fundamentais do contratualismo moderno e da filosofia política ocidental. Ao redefinir os conceitos de soberania popular e liberdade civil, o texto tornou-se a cartilha ideológica da Revolução Francesa e a base teórica das democracias modernas, influenciando decisivamente pensadores como Immanuel Kant e Karl Marx.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003ch3\u003e2. Informações de Contexto, Conteúdo e Forma da Obra (MKT)\u003c\/h3\u003e\n\u003ch4\u003eSinopse\u003c\/h4\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e\"O homem nasce livre, e em toda parte encontra-se a ferros.\"\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003cp\u003eCom esta frase fulminante, Jean-Jacques Rousseau abre uma das obras mais revolucionárias e audaciosas do pensamento ocidental. Em um século XVIII dominado pelo absolutismo monárquico e pelas justificativas divinas do poder, \u003ci\u003eO Contrato Social\u003c\/i\u003e surge como um manifesto iconoclasta que devolve a legitimidade política ao único e verdadeiro soberano: o povo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo contrário de Hobbes e Locke, seus predecessores na tradição contratualista, Rousseau não enxerga o pacto social como uma renúncia da liberdade em troca de segurança ou propriedade. Para ele, o verdadeiro contrato social é um ato de associação em que cada indivíduo, ao unir-se a todos, obedece apenas a si mesmo, permanecendo tão livre quanto antes. A chave para esse enigma é o conceito de Vontade Geral: ao alienar seus direitos particulares em favor da comunidade, o cidadão abdica de sua liberdade natural para ganhar a liberdade civil e moral.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEscrita com uma prosa magnética, apaixonada e de rigor lógico implacável, a obra transcende o debate acadêmico para se fixar como um manual de emancipação humana. Ler \u003ci\u003eO Contrato Social\u003c\/i\u003e hoje é confrontar as bases de nossas próprias instituições e resgatar o sentido mais profundo de cidadania, igualdade e bem comum.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4\u003eEixos temáticos centrais\u003c\/h4\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eA legitimidade do pacto social:\u003c\/b\u003e Rousseau rejeita qualquer autoridade baseada na força ou no direito divino. A única ordem política legítima é aquela fundada no consenso unânime de homens livres que decidem viver sob uma mesma lei.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eA Vontade Geral:\u003c\/b\u003e Distinta da \"vontade de todos\" (que é apenas a soma de interesses particulares), a Vontade Geral visa estritamente ao interesse comum. Ela é a bússola moral e jurídica do Estado legítimo.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eA soberania popular inalienável e indivisível:\u003c\/b\u003e Para Rousseau, o poder soberano reside única e exclusivamente no povo reunido em assembleia. Essa soberania não pode ser representada (o que o torna um crítico precoce do parlamentarismo puro) e nem dividida.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eDistinção entre Soberano e Governo:\u003c\/b\u003e O Soberano é o corpo do povo que legisla; o Governo é apenas o funcionário do Soberano, o poder executivo encarregado de aplicar as leis. Rousseau alerta que o governo tende perpetuamente a usurpar a soberania popular.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eLiberdade natural vs. Liberdade civil:\u003c\/b\u003e No estado civil, o homem perde sua independência animal, mas ganha a liberdade moral — que é a capacidade de obedecer à lei que ele próprio prescreveu para si.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eA figura do Legislador:\u003c\/b\u003e Diante da dificuldade do povo em enxergar sempre o bem comum, Rousseau introduz a figura quase mítica do Legislador: um indivíduo extraordinário capaz de moldar as instituições e os costumes de um povo sem possuir poder executivo ou legislativo direto.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003e\u003cb\u003eReligião Civil:\u003c\/b\u003e No encerramento da obra, o autor propõe uma profissão de fé puramente civil, cujos dogmas (fraternidade, santidade do contrato, tolerância) servem para fortalecer os laços de dever cívico e a fidelidade ao Estado.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003ch4\u003ePalavras-chave\u003c\/h4\u003e\n\u003cp\u003eJean-Jacques Rousseau; O Contrato Social; iluminismo; contratualismo; soberania popular; Vontade Geral; filosofia política; liberdade civil; estado de natureza; democracia; república; igualdade; direito político; Revolução Francesa; cidadania.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003e3. Outras Informações Relevantes e Curiosidades\u003c\/h3\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003eJean-Jacques Rousseau (1712–1778) foi um dos pensadores mais heterodoxos do Iluminismo, frequentemente entrando em conflito direto com outros filósofos da época, como Voltaire e Diderot.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003eImediatamente após a sua publicação em 1766, \u003ci\u003eO Contrato Social\u003c\/i\u003e foi proibido tanto na França absolutista quanto na República de Genebra, tendo exemplares queimados publicamente devido às suas ideias democráticas e às críticas contidas no capítulo sobre a religião civil.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003eO livro serviu de principal combustível teórico para os jacobinos durante a fase mais radical da Revolução Francesa. Maximilien de Robespierre lia passagens da obra diariamente e considerava Rousseau o \"mestre do patriotismo e da virtude\".\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003eAo defender que a soberania não pode ser representada, Rousseau tornou-se o grande patrono da democracia direta, influenciando o formato de consultas populares modernas como o plebiscito e o referendo.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003e\n\u003cp\u003eA edição contemporânea desta obra-prima oferece ao leitor não apenas um documento histórico fundamental, mas uma ferramenta crítica indispensável para analisar as crises de representatividade e os dilemas democráticos do nosso próprio tempo.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Editora Logos","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47725259358398,"sku":"B017-LE","price":176.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0683\/7836\/2046\/files\/Contratosocial_a6892099-518a-48fe-a52e-c157351878b0.png?v=1788126422","url":"https:\/\/logoseditora.com\/products\/box-17-o-contrato-social-com-suplemento-literario","provider":"Logos Editora","version":"1.0","type":"link"}